Editorial

A comuniDária, em resultado de vicissitudes provocadas por quem trilha o caminho da violência esteve, durante um curto período, silenciada, mas foi tão só um silêncio projetado para o exterior, porque em cada dia do presente eram vividos e desenvolvidos os projetos de cada dia do passado.
Eu, na qualidade de fundadora da nossa Associação, a Associação que mantém as portas abertas para acolher, acompanhar, informar e apoiar todas as situações por mais dramáticas que se julguem, reclamo-me como mais um dos pilares capazes de suportarem as percussões pungentes lançadas por quem encontrou na imigração o atalho conducente ao abraço de uma vida pautada pela dignidade financeira, social e imbuída na Paz.
Eis-nos agora com o nosso e vosso património cultural muito mais enriquecido, e reporto-me a este primeiro número da newsletter da ComuniDária.
A newsletter resulta de uma conjugação de esforços disponibilizados pela equipa que a produziu, no entanto e atendendo a que o órgão informativo é pertença de todas e de todos, apelo desde já à inestimável colaboração das pessoas que a lêem, através das suas opiniões escritas que oferecerão corpo a este ambicioso projeto que muito engrandece e honra a comuniDária.
Recordo que a newsletter é um trabalho de cariz humanitário, associativo e focado essencialmente nos direitos das mulheres assim como numa sociedade diversificada que pretende espelhar todos os ecos que se insiram no universo das migrações, cujos passos sempre desejei repletos de sucesso.
Por ser de pleno direito, remeto um muito sentido agradecimento à nossa parceira e patrocinadora Mama Cash.

A todas as leitoras e leitores endereço as minhas saudações associativas.