Editorial

A ComuniDária, nesta sua publicação  –  e-Magazine Nº 8 – , amplia a voz  da diversidade que não se encolhe ante o obscurantismo antidemocrático.
Nesta edição, seguimos em consolidação e com o fortalecimento das principais ações da ComuniDária em 2017 –  o Trabalho Doméstico Digno e o Trabalho Sexual – enquanto reconhecimento e proteção às pessoas “pequeninas” que estão precariamente nas respectivas atividades económicas.
Celebramos o final de mais um ano de luta pela democracia real e equitativa, sorrimos e choramos muito, mas sempre com olhos de vidro, abertos para o fim das desigualdades, sejam elas vestidas de cor azul ou de rosa, de qualquer origem, moeda ou etnia.
Na rubrica Aconteceu dedicamos o nosso grito amoroso pela Democracia, com a recepção [sem nome] oferecida à Judith Butler, no Brazil.
Destacamos a reportagem do I Debate sobre a Legalização da Prostituição em Portugal, com a apresentação das diversas opiniões independentes e corajosas que iluminaram o DEBATE sobre o tema, sem rosários, mas com a beleza das flores vivas.
Na Agenda apresentamos a continuidade das iniciativas em torno dos Direitos Humanos das pessoas que estão inseridas e ou submersas na prostituição em Portugal.
E para finalizar, na rubrica Ecos da Desigualdade, um artigo inédito de Colette Le Petitcorps, no âmbito do projeto de investigação: “The Colour of Labour” e que tem a marca dos tapetes brancos, sobre a vida das Trabalhadoras Domésticas e Trabalhadores Domésticos no mundo.

Saudações acolhedoras,

 

 

 

 

 

Maria Magdala
magdala.comunidaria@gmail.com